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A sessão de trabalho árduo, com grande investimento de tempo e energia e pouco retorno financeiro é recorrente aos empresários.

São diversas as obrigações de empreendedor, que deve arcar com investimentos, gastos internos e externos da empresa, contribuições tributárias, entre outros aspectos.

Não há como negligenciar nenhum pagamento sequer, de modo que, entre tantas responsabilidades, se faz necessário ter o controle financeiro a fim de aumentar a lucratividade do negócio, o que possibilita fazer economias.

O primeiro passo para isso, é descobrir o motivo que não possibilitou sobrar nenhum recurso no fim do mês.

1 – Custo de venda: os empresários que trabalham com a venda de materiais devem se atentar aos valores de cada venda, permitindo analisar se há lucros ou prejuízos.

Deve-se considerar todas as despesas da empresa, associadas ao custo final do produto ou serviço oferecido, incluindo a compra de materiais, mercadorias e equipamentos que auxiliam na oferta.

O controle financeiro é fundamental para descobrir qual estratégia de preço a ser calculada, além de proporcionar maior entendimento sobre o produto.

2 – Descoberta do problema: após calcular os custos da empresa, deve-se identificar os problemas que a cerca.

Vale refletir sobre o modelo de negócio escolhido, de modo que, ao analisar a existência de uma extensa cartela de clientes distribuídos em diversas localidades, é possível que isso prejudique nos gastos com combustível, se for o caso de levar o produto até o cliente.

Uma alternativa é centralizar a retirada dos produtos diretamente no estabelecimento.

Outro ponto a ser considerado se refere à falta de otimização dos processos de fabricação do produto.

De modo que, o negligencia sobre o controle da matéria-prima, pode acarretar em gastos inesperados, destacando a necessidade de planejamento de todas as etapas de produção.

Fatores externos: supondo que haja a falta da matéria-prima ou aumento no preço da mesma, isso é denominado como fator externo, que também pode ser prejudicial para uma empresa.

No caso de prestadores de serviços, o cenário é um pouco diferente, mas, ainda assim é passível de situações surpresas, como a demanda inesperada de uma atividade, calotes, entre outros.

Sendo assim, se mostra necessário a autenticação da prestação de serviços por meio de um contrato que garanta o cumprimento de ambas as partes.

Comportamento do empreendedor: lembrando que o planejamento é o principal passo de um negócio, ainda que em um empreendimento iniciante, o desejo e impulso de fazer investimentos é algo constante que deve ser ponderado.

Deve-se considerar se tal ação realmente é essencial naquele momento, devendo se certificar de alguns fatores, como:

– Esse investimento faz sentido para o seu negócio?

– O se volume de vendas terá um aumento considerável por conta do investimento?

– Esse possível aumento nas vendas irá cobrir o valor do gasto? Em quanto tempo?

Como economizar?

De maneira resumida, a economia pode ser explorada ao trabalhar impulsos que ocasionam em gastos desnecessários ou que não tenham um retorno pré-definido.

É necessário observar todos os custos que envolvem a venda de determinado produto, até mesmo os mais supérfluos a nível pessoal e profissional.

Isso lembra a importância em diferenciais os gastos de pessoa física e jurídica.

Fonte: JornalContabil | 21/07/2020